6.6.09

Predadores "dentro"

Predadores sexuais «dentro» da TV: (tvi24 6/6): «Jovem de 14 anos seduzida em chat de teletexto. Esteve dois meses desaparecida».

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4.6.09

Young Children's Exposure to TV

Young Children's Exposure To Audible Television Has Implications For Language Acquisition And Brain Development (ScienceDaily, June 2, 2009)_ «In a new study, young children and their adult caregivers uttered fewer vocalizations, used fewer words and engaged in fewer conversations when in the presence of audible television. The population-based study is the first of its kind completed in the home environment, guided by lead researcher Dimitri A. Christakis, MD, MPH, director of the Center for Child Health, Behavior and Development at Seattle Children's Research Institute and professor of pediatrics at the University of Washington School of Medicine.»

Journal reference: Christakis et al. Audible Television and Decreased Adult Words, Infant Vocalizations, and Conversational Turns: A Population-Based Study. Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, 2009; 163 (6): 554 DOI: 10.1001/archpediatrics.2009.61

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28.5.09

"Babysitter" perigosa

2.12.08

Positivo e negativo

No título diz-se que 80% dos pais acreditam que a TV tem efeitos positivos (DN, 1/12), mas também se diz no texto que... "67% dos pais acreditam que a televisão pode ter efeitos negativos"...

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17.5.08

Efeitos da violência na TV

15.2.08

Update on impact of restrictions on food and drink advertising to children

The background to and nature of the advertising restrictions on the television advertising to children of high fat, salt and sugar food and drink products. The details are available at: http://www.ofcom.org.uk/research/tv/reports/update/

Stakeholder briefing: http://www.ofcom.org.uk/research/tv/reports/update/briefing.pdf

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14.2.08

Lifeblood of democracy? Learning about broadcast news

Lifeblood of democracy? Learning about broadcast news: Ofcom published today an independent qualitative research report by the British Film Institute on learning about broadcast news, which looks at the learning outcomes of three of the 120 schools taking part in the pilot BBC News School Report project. School Report is a project which aims to enable Year 8 (12 and 13 year old) students in UK schools to learn about news production by giving them the opportunity to produce and broadcast their own reports. The report forms part of Ofcom's wider work on Media Literacy which is a key priority for 2008-09.

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17.10.07

The Family Meal Is What Counts, TV On or Off












The Family Meal Is What Counts, TV On or Off (NYT, 16.10): «Television viewing has long been linked with poor eating habits. So when University of Minnesota researchers embarked on a study of family meals, they fully expected that having the TV on at dinner would take a toll on children’s diets. But to their surprise, it didn’t make much difference».

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12.10.07

Changing nature of children’s programming

Ofcom research identifies changing nature of children’s programming
Ofcom’s study reveals significant changes in the children’s media market, including:
- Children have an increasing range of media available to them - nearly two thirds of 12-15 year olds have access to the internet and mobile phone while ‘media stacking’ is becoming increasingly common – over 80% of this age group regularly watch TV while engaging with other media devices;
- Between 1998 and 2007 the number of dedicated children’s channels in the UK increased from six to 25;
- Children still strongly prefer programming made in the UK, the majority of which is commissioned by the Public Service Broadcasters. While UK children’s programmes accounted for 17% of total children’s hours, they delivered a 38% share of viewing.
- Increased competition has brought about a declining share of viewing for public service broadcasters (including the BBC children's channels), falling from 50% of children's viewing to children's programmes in 2002 to 38% in 2006.
- However, children’s viewing to children’s programming has remained relatively stable, and has increased as a proportion of total viewing to all programmes.
- Children are watching more children’s television and less programming aimed at adults – viewing to children’s airtime has increased from 27% to 30% of total viewing since 2002


The future of children’s television programming

Children's Television Programming - Stakeholder Event

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20.6.07

TVI condenada

18.6.07

Diz que é uma "espécie de doença"

3.6.07

Entre o censório e o pornográfico (act.)

«SO THAT´S HOW» - ENTÃO É ASSIM – No Dia Mundial da Criança, a RTP2 apresentou uma emissão especial sobre a sexualidade e as crianças, do género tudo o que vocês querem saber sobre… mas têm vergonha de perguntar. Ou “tudo o que os mais novos precisam de saber sobre como se fazem os bebés.” Dizia a RTP tratar-se “de uma co-produção dinamarquesa-canadiana, um filme de animação para crianças, que ensina tudo o que os mais novos precisam de saber sobre como se fazem bebés.”

Na ante-estreia (a 31/5), no Sociedade Civil especial de Fernanda Freitas, já no final da noite, ficou no ar o espectro de alguns cortes produzidos no documentário… Chegaram-me entretanto forwards de e-mails que acusam a RTP de estar a passar pura e simples pornografia. Estamos assim entre o censório e o pornográfico sem saber bem o que se passa… Aguardemos as cenas dos próximos episódios.


Aguardemos, sobretudo, o cabal esclarecimento deste imbróglio por parte da RTP.

O CM entretanto reportava o Sociedade Civil de 31 de Maio:
Educação: Especialistas divididos quanto a filme polémico - Sexo para criança ver

E o Público (3.6.07) retomava: Movimento de pais critica filme sobre educação sexual e "intolerância" de debate (dizendo que o "movimento de pais - MOVE - elogiou a escolha de dobragem da RTP2 'mais branda' do que a versão conhecida até agora").

Tudo isto aparenta estar entre o fundamentalismo conservador dos "movimentos de pais" e
uma RTP2 diligente mas com uma espécie de vergonha a escorregar para a censura. Esperemos que a RTP2 ou o Provedor da RTP possam esclarecer cabalmente este caso de eventual censura na RTP2. Aguardemos então.

Fiquem com essa pérola que circulou, procurando evitar a difusão do programa:

----- Original Message -----

Sent: Thursday, May 31, 2007 12:22 PM

Subject: Fw: Filme pornográfico de desenhos animados na RTP2!!!

Caros amigos (sobretudo Pais e Avós)

A RTP tem estado a anunciar que vai exibir um filme para crianças entre os 8 e os 12 anos, no Dia da Criança, dia 1 de Junho, Sexta feira, às 20.00h , no Canal 2.

Segundo a estação pública de televisão (financiada com os impostos de todos nós) trata-se de um filme muito útil, pois informa as crianças sobre temas como a origem da vida humana, a prevenção do abuso sexual infantil, etc. Estão também a dizer que irão passar o mesmo filme hoje, às 23.30 h, para que os pais possam visioná-lo previamente e decidir se os seus filhos o devem ver ou não na 6ª feira.

Alertamos todos os pais para o seguinte:

1. Este filme, comercializado em Portugal pela APF, contém cenas muito chocantes, ainda que sejam só desenhos-animados; por exemplo, é mostrado o próprio acto sexual, um parto violentíssimo, etc. O MOVE tem recebido queixas de vários pais devido aos traumas que a sua exibição em escolas do 1º ciclo provocou nos seus filhos. Por isso não é bom que crianças o vejam. Repare que ele vai ser exibido depois do Ruca, Nodi, etc, altura em que crianças muito pequenas estão sozinhas frente ao televisor!

2. Era bom que grande número de pessoas escrevesse para o Provedor, depois da sua exibição, insurgindo-se contra este atentado à inocência das nossas crianças.

3. Divulgue este e-mail pelo maior número de pais que conheça!

A Direcção da Associação Família e Sociedade

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31.5.07

"Maddie: lições de jornalismo"

Via CJ, "Maddie: lições de jornalismo", de Miguel Sousa Tavares, no último Expresso: "Eu julgo que a prazo (e isso já se verifica), o mau jornalismo de televisão, ao formar maus consumidores de informação, afasta-os da imprensa escrita - onde não é possível gastar páginas a falar de coisa alguma ou encher páginas com as imagens do urso de peluche da sr.ª McCann. Se algum dia a imprensa morrer, o suspeito n.º 1 do crime é a televisão".

31.5.07, DN,
Maria José Nogueira Pinto: "A COMPAIXÃO MEDIÁTICA: TODAS AS CRIANÇAS SÃO IGUAIS?"

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29.5.07

Fast TV, fast food

Programas infantis dos membros da UE: Vetados anúncios a fast food (CM, 28.5.07)

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23.5.07

Os media no caso Maddie (act.)















Responsáveis admitem exageros nos directos do Algarve
(Jornal de Notícias, 23.5.07)

Um caso que tornou reais os nossos fantasmas (Jornal de Notícias, 21.5.07)

Desesperadamente à procura de uma cacha no caso Madeleine (Público, 20.5.07): "Raramente a imprensa investiu tanto na cobertura de um crime em Portugal. Na Praia da Luz, dezenas de jornalistas farejaram todas as pistas. Nem sempre de acordo com as regras".

Maddie: «media exageraram na cobertura». Concorda? (Portugal Diário, 19.5.07)


De facto, a cobertura deste caso, de um modo geral, tem decorrido com excessiva paixão, excessiva emoção, e com menos rigor. À falta de informações objectivas e de “briefings” regulares feitos por responsáveis e investigadores policiais, os media têm tido tendência a “romancear” inúmeras situações, procurando manter a audiência fidelizada e expectante, ou procurando encher a qualquer custo as primeiras páginas dos jornais do dia seguinte. Designadamente nas televisões há, em geral, uma evidente “novelização” na abordagem do tema e uma muito exagerada ocupação do espaço/tempo dos telejornais, potenciadas, no caso português, pelo facto de haver durações de serviços noticiosos que vão em regra da hora à hora e meia, ou mesmo mais. A informação evolui assim para os seus novos terrenos, há muito experimentados (espectacularização do real, prioridade à actualidade trágica, à catástrofe e ao fait-divers), abdicando de um registo rigorosamente jornalístico, para uma edição continuada e enovelada de ‘estórias’, suposições, alegações, “novos indícios”, novos “suspeitos”, depoimentos, imagens de casas, do circo mediático, locais, directos, intervenção de “especialistas”, alguns mesmo com boas doses de imaginação, etc, etc., procurando manter no conjunto da edição, no dia-a-dia informativo, uma espécie de tensão narrativa, que tanto se aproxima da ficção popular-televisiva como do formato do “reality show”, géneros dominantes.

O que poderia ter sido feito para evitar excessos? Basicamente, mais jornalismo e menos novelização. Mais objectividade e menos suposições. Menos emoção e mais razão. Este deveria ser, inclusivamente, um tempo e um tema absolutamente oportuno para os media se verem ao espelho e se pensarem a si próprios. Para o jornalismo se interrogar e interrogar as suas práticas. No sentido de olhar o caso singular Media/Maddie. De pensar local, actuar global. José Miguel Júdice partia do caso Maddie para chegar ao Darfur. É isso que está em jogo desde a Revolução Industrial. Desde que os media são media. Um jogo que falharam. Os media falharam claramente, historicamente, uma visão global do humano, para se prenderem nas visões e emoções particulares de casos individuais e de fait-divers. Pensemos a dualidade Norte/Sul e no que os media não souberam fazer pela sua aproximação, para se ter justamente uma ideia da demissão dos media, enquanto quarto poder, na história contemporânea.

Seria importante uma maior contenção genérica neste caso. Mais rigor, mais concisão e cuidado no que diz respeito aos directos e às efabulações e enovelamentos de repórteres, editores e directores de informação. Se bem que haja aqui uma hipersensibilidade, entretanto adquirida pelas audiências via media, há que emendar a mão, se para tanto houver coragem e engenho, o que é pouco provável. Importaria, doravante, redireccionar o impulso ‘reality TV’ bem ilustrado neste caso, para uma ética e uma prática deontológica apostada não nos faits-divers, mas nos factos de história, nos factos que fazem mudar a história e os homens. Nos temas que verdadeiramente integram o sentido da história, os temas da grande dimensão humana e da cidadania universal, da experiência social e comunitária, também individual, obviamente, mas a ‘inscrição’ violenta dessa experiência, como diria José Gil (Portugal Hoje, o Medo de Existir), a inscrição dessas diferenças e dessas margens, que hoje separam os homens entre cidadãos e párias dos media. É óbvio que os “cidadãos” dos media não estão no Darfur, não estão em África, não estão sequer nos subúrbios de Paris ou Lisboa. Mas podem estar, até por uma trágica ausência, como agora, numa pacata praia algarvia. É desse sangue que se alimentam os media e em particular os tablóides e uma boa parte da televisão.

Ainda:
Media, Maddie, Darfur...

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13.2.07

Safer Internet

Making the internet safer for children: Europe calls for determined action on "Safer Internet Day" 2007: "On 6 February, 100 organisations in over 40 countries worldwide celebrate Safer Internet Day. In the EU, across all 27 Member States conferences and campaigns showcase already existing safer internet activities of the private and the public sector, from filtering technologies to media literacy programmes. The purpose is to raise awareness - in particular at schools, among parents and teachers - about the best ways for protecting minors in an online environment of growing importance for our daily lives. Safer Internet Day is organised under the patronage of the Information Society and Media Commissioner Viviane Reding.Safer Internet Day 2007: Frequently Asked Questions

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23.1.07

A criança e os excessos de TV, PC...

Pediatras lançam alerta contra excesso de TV (Swissinfo): "Os pediatras suíços lançam um alerta contra os excessos de televisão e computador a que são submetidas certas crianças. Na nova versão do carnê de saúde distribuído aos pais, eles fixam o limite entre 7 e 10 horas por semana."

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14.1.07

A voz do (jovem) cidadão

Mais um programa do Provedor da RTP a demonstrar o muito que falta fazer para se chegar ao Serviço Público de Televisão. Neste caso, o tema foi o défice total de programas para crianças e jovens, que se verifica mais em particular à semana, na RTP1.

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30.12.06

A televisão como novo membro de família

A televisão como novo membro de família (Lara R. Alves, Psicóloga Clínica): "Visto que, ao que parece a televisão encontrou um lugar como um novo membro da família, é essencial debruçarmo-nos sobre o tipo de informação que esta passa para as nossas crianças. Tirando alguns programas, de um modo geral a televisão apresenta uma grelha deficiente em termos de valores e educação. Resta-nos ter esperança que os canais televisivos adoptem uma posição de educador, orientando as suas grelhas para algo mais que programas que rasam a demência e a idiotice apostando na informação para a cultura." (subinhado nosso)

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24.11.06

Spielberg apela a uma televisão mais responsável

Público (24.11.06): "O realizador norte-americano Steven Spielberg insurgiu-se contra os níveis de violência de algumas das mais populares séries televisivas do momento que, nos EUA, são transmitidas em horário nobre, afirmando estar preocupado com os efeitos que podem ter nas crianças. Não é que o realizador não goste de séries com CSI ou Heroes, porque gosta, mas o problema é que estas são transmitidas às nove da noite, hora a que os seus filhos e muitas outras crianças ainda estão à frente do televisor.Falando perante uma audiência, durante uma reunião do júri dos Emmys internacionais em Los Angeles, Spielberg deixou um apelo: 'Temos que ser mais responsáveis' e repensar as estratégias de programação actuais. E contou como tem que mandar os seus filhos mais novos para o quatro quando começam 'a cortar pessoas ao meio' em Heroes, ou quando surgem as imagens de 'sangue e pessoas a serem dissecadas' recorrentes nas três versões de CSI".

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