18.6.09

Jean Chalaby na FCSH

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1.11.08

Promoting diversity and pluralism

Des Freedman, "Promoting diversity and pluralism in contemporary communications policies in the US and UK", in International Journal on Media Management 7(1/2), 2005, pp. 16-23:

"Recent revisions of media regulation and legislation have emphasized diversity and pluralism as key objectives. Both the Federal Communication Commission's rewriting of broadcasting ownership rules in 2003 and the United Kingdom government's 2003 Communications Act insist that the public interest is best met through providing a dynamic, market-led approach to communications regulation. This article highlights definitions of diversity and pluralism that are increasingly ubiquitous in legislative and regulatory instruments that seek to “modernize” media systems in our present “communications cornucopia. ”This approach involves conceptualizing media diversity and media pluralism as twin outcomes of strategies designed to maximize consumer choice and market competition. The article argues that we need to challenge the assumption that meaningful forms of diversity can be brought forth only through market structures and questions the validity of quantitative assessments of media sectors that equate choice and competition with diversity. The article suggests that we need to win back a notion of diversity that is based on citizens' engagement with and interrogation of the world rather than the idea that diversity can be measured simply through the number of organizations and channels in the contemporary media environment."

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Fictional Narratives Cultivate Just-World Beliefs

Markus Appel, "Fictional Narratives Cultivate Just-World Beliefs", Journal of Communication, Volume 58 Issue 1, pp 62-83:

"Cultivation research has identified several misrepresentations on television and has shown that the more people watch television, the more their beliefs correspond to the television world. In recent years, experimental research has demonstrated that fictional narratives are powerful means to change audience beliefs. Theories on the narrative structure of fictional narratives and disposition-based theories of media enjoyment suggest that televised fictional narratives tend to portray the world as a just place. We propose that the amount of fiction watched on television predicts the belief in a just world (BJW). Further, we assume this effect to be compatible with the television use/mean-world relationship expressed by cultivation theory. Two cross-sectional studies with N = 128 participants (German sample) and N = 387 (Austrian sample) corroborate our assumptions. The self-reported frequency of watching fiction on television was positively related to the BJW, whereas the general amount of television viewing was positively related to mean- and scary-world beliefs. In the German sample, mean-world beliefs were also affected by viewing tabloid-style (infotainment) television news."

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20.4.08

A Edição de Vídeo no Jornalismo Televisivo da RTP






















Uma excelente tese subordinada ao tema da edição de vídeo da informação televisiva, defendida dia 18 na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Mestrado em Comunicação e Jornalismo) sob orientação da Profª Isabel Ferin da Universidade de Coimbra e do Prof. Jacinto Godinho da Universidade Nova de Lisboa e Jornalista da RTP. O autor, Carlos Canelas é docente do Ensino Superior Politécnico, na Escola Superior de Educação da Guarda - Instituto Politécnico da Guarda. Destaque neste trabalho para a caracterização deste importante grupo profissional relativamente secundarizado nas práticas diárias. Da leitura da tese retira-se fundamentalmente a necessidade do aprofundamento do modelo de formação da RTP para editores de imagem e jornalistas-repórteses, bem como a importância da auto-avaliação das práticas específicas num contexto mais alargado das práticas redactoriais (da selecção de agenda à edição e alinhamento da notícia, passando pela reportagem, investigação, etc.)

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14.3.08

TV em 2007 (Marktest)

Programas produzidos no Brasil com melhor relação entre oferta e procura - Uma análise dos dados do serviço Telereport da MediaMonitor mostra como em 2007 os programas que obtiveram melhor relação entre a oferta dos canais e a procura do público foram os produzidos no Brasil. Mas a produção nacional é a mais vista.

Mais notícias nacionais na TV em 2007 - Uma análise dos dados do serviço Telenews da MediaMonitor mostra que, em 2007, os temas de âmbito nacional motivaram 66% das notícias e 80% da duração noticiosa dos serviços regulares de informação dos quatro canais nacionais.

Ficção ocupa um quarto da programação de TV - Uma análise dos dados do serviço Telereport da MediaMonitor mostra como, em 2007, cerca de um quarto da programação dos quatro canais nacionais de sinal aberto foi relativa a ficção.

5776 horas de publicidade nas TVs em 2007 - Durante o mês de Dezembro de 2007, RTP1, RTP2, SIC e TVI passaram perto de 478 horas de publicidade comercial nos seus écrãs, de acordo com os dados da MediaMonitor. Estes números significam que, durante o ano, foram cerca de 5776 as horas de publicidade oferecidas por estes canais.

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11.3.08

Audiências e Novos Media

Alvo em Movimento - Audiências e Novos Media: Tese de Mestrado em Ciências da Comunicação, a defender por Paulo J Q Ferreira, amanhã na FCSH-UNL (Av. de Berna 26-C), Auditório2, 10h30.

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4.12.07

Televisão e questões de Identidade

Cidadania na TV: Plasticidade Social ou Identidade? [PDF]

CONTRIBUIÇÕES DA TELEVISÃO PARA A FORMAÇÃO DA IDENTIDADE...[PDF]

RÁDIO E TELEVISÃO COMO INSTRUMENTOS DE VALORIZAÇÃO DA IDENTIDADE ...
[PDF]

Brasil, 10 anos depois: identidade e história pela TV [PDF]

Identidade e representações no telejornalismo regional...[PDF]

Telenovela Projeção, identidade e identificação na modernidade... [PDF]

A ENTREVISTA TELEVISIVA – ESPAÇO DE CO-CONSTRUÇÃO DA(S) IDENTIDADE(S)
[PDF]

Identidade e resistencia : as crianças e as representações televisuais de corpo e sexualidadeEliane Medeiros BorgesLocation: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000340114


[alguns textos sobre identidade cultural e espaço audiovisual europeu]


Bernat López, Televisión de proximidad y culturas minoritarias: complejidades de una relación.

Patxi Azpillaga, Televisión, identidad y desarrollo regional

Relatório do Grupo de Alto Nível sobre a política audiovisual presidido pelo Comissário Marcelino Oreja: “OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E O MODELO EUROPEU DE SOCIEDADE

Anabela Carvalho, “A Política Europeia do Audiovisual e a Identidade na Europa”, Cadernos do Noroeste, Centro de Ciências Históricas da Universidade do Minho, Vol. 7, Nº 2, pp. 39-54, 1994.

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10.10.07

Observatoire du documentaire

24.9.07

História e Teoria da Televisão (07_08)

Nesta cadeira procura-se contextualizar o processo de emergência, designadamente do meio Televisão, abordando um conjunto de perspectivas específicas relativas à história, aos discursos, às estratégias e às políticas públicas, quer antes da sua convergência com os novos media, quer no «pós-televisão».

Trata-se de uma abordagem histórico-cultural e sócio-política do meio televisão que começa por enquadrar a emergência do media numa perspectiva meramente cronológica em relação à história comparada do tempo – sobretudo desde finais dos anos 30 – para caracterizar depois o quadro normativo, as estratégias políticas e os efeitos na sociedade de massa onde a televisão se constitui como «objecto» relevante no conjunto das diversas práticas culturais.

Pretende-se também explicitar nesta cadeira quais os instrumentos e procedimentos, as práticas e os discursos adequados a um conhecimento da «máquina» televisiva, quer na sua dimensão técnica e discursiva, quer no plano histórico e cultural, configurando e problematizando as tecnodiscursividades e os contextos de enunciação enquanto dispositivo global da «videocultura», com uma especificidade própria no campo dos media e dos novos media.

Trata-se, por outro lado, de uma cadeira apoiada em algum material vídeo, designadamente documentos sobre a história contemporânea em geral, a história da televisão em particular e ainda sobre aspectos relacionados com as práticas televisivas.

Conteúdo

De um ponto de vista genealógico, analisando os dispositivos histórico-culturais e comunicacionais específicos da era mass-mediática, em particular da Televisão, são considerados diferentes universos - a emergência das estratégias consumistas na transição da sociedade pós-industrial para os media de massa; a emergência da radiotelevisão; a experiência do público; o serviço público e a programação na era da concorrência; e a migração para o digital, entre outras temáticas e conteúdos programáticos. Principais conteúdos temáticos da cadeira:

1. Da paleo à neo-televisão - excurso histórico
2. Genealogia das sociologias da televisão
3. O dispositivo televisivo
4. A informação e os seus dispositivos
5. A violência e a catástrofe como legitimação
6. Estratégias de programação, qualidade e audimetria
7. Impasses do Serviço Público de TV
8. Concentração e pluralismo
9. Do Cabo à TDT
10. Convergência e regulação
11. A interactividade e o digital: nova matriz do dispositivo.

Objectivos

a) Obter os instrumentos e o enquadramento teórico e epistemológico específicos, tendo em vista uma conceptualização e uma reflexão crítica sobre o audiovisual e o discurso da Televisão, enquanto meio de comunicação central no quadro do sistema de media.

b) Compreender o modo como as estratégias políticas, económicas e jurídicas tecem uma teia perversa que dificulta a transparência do sistema audiovisual, a sua democraticidade, e, nessa medida, a construção da Cidadania e de uma opinião pública esclarecida.

c) Descodificar, através do ensino formal e do desenvolvimento de trabalhos práticos, de forma acompanhada e sustentada, as realidades e ficcionalidades que a máquina televisiva constrói e assim melhor percepcionar a relação complexa da televisão com o mundo.

Método de ensino

O método de ensino é teórico-prático, evoluindo de uma problematização sobre o dispositivo televisivo para os estudos de caso, nomeadamente sobre a televisão em Portugal. Discussão sobre as leituras dos textos de apoio e da bibliografia, bem como sobre o material vídeo e multimédia de suporte.

Método de avaliação

A avaliação formal (frequências, exame) pode ser complementada com trabalhos individuais e/ou de grupo, sendo ainda considerada a participação dos estudantes nas aulas e a qualidade das suas intervenções sempre que se trate, em particular, da apresentação e discussão dos textos e temas e outros materiais em análise.


Bibliografia essencial

BOURDIEU, Pierre
Sur la télévision, Liber, Paris, 1996

BOURDON, Jerôme e JOST, François
Penser la télévision, INA/Nathan, Paris, 1998

BRANDÃO, Nuno Goulart
Prime Time – Do que falam as notícias dos telejornais, Lisboa, Casa das Letras, 2006

BUSTAMANTE, E. e MONZONCILLO, J. A.,
Presente de la Television Digital, Edipo, SA, Madrid, 1999

CÁDIMA, F. Rui,
A Crise do Audiovisual Europeu, Formalpress/Rés XXI, Lisboa, 2007 (no prelo)
A Televisão ‘Light’ Rumo ao Digital, Formalpress/Rés XXI, Lisboa, 2006
Desafios dos Novos Media, Ed. Notícias, Lisboa, 2001 (2ª ed.)
Salazar, Caetano e a Televisão Portuguesa, Ed. Presença, Lisboa, 1996
O Fenómeno Televisivo, Círculo de Leitores, Lisboa, 1995

CASETTI, Francesco e CHIO, Federico
Análisis de la Televisión, Paidós, Barcelona, 1999

DANEY, Serge,
Le salaire du zappeur, Paris, Ramsey, 1988

DAYAN, Daniel,
En Busca del Público, Gedisa, Barcelona, 1997

LOPES, Felisbela
A TV das Elites – Estudo dos programas de informação semanal dos canais generalistas (1993-2005), Campo das Letras, Porto, 2007

RIBEIRO, Luísa Coelho,
A Televisão Paga: Dinâmicas de Mercado em Portugal e na Europa, Formalpress/Rés XXI, Lisboa, 2007

SARTORI, Giovanni,
Homo Videns, Homo Videns - Televisão e pós-pensamento, Terramar, Lisboa, 2000

SMITH, Anthony
Television, an international history, Oxford, Oxford University Press, 1995

WOLTON, Dominique
La télévision au pouvoir, Paris, Universalis, 2004

Ainda sobre o caso português:

BARATA-FEYO, J. M.,
RTP: O Fim Anunciado, Oficina do Livro, 2002.

BARROSO, Alfredo
A TV que Temos, Contexto, Lisboa, 1995

CARVALHO, Alberto Arons,
Valerá a pena desmenti-los?, MinervaCoimbra, Coimbra, 2002.

PINTO, Manuel
Televisão e Cidadania, Campo das Letras, Porto, 2005

REBELO, J.,
"No Primeiro Aniversário da televisão privada em Portugal", Análise Social, nº122, p.677, ICS, Lisboa, 1993.

SANTOS, João Almeida,
Homo Zapiens, Ed. Notícias, 2002

SANTOS, Rogério
10 anos de história da SIC (1992-2002), Observatório, nº 6, Obercom, Lisboa, Nov. 2002, pp.93-105.

SOARES, Tânia Morais,
-“SIC – uma televisão relacional. No 10º aniversário da SIC o que mudou”-,
-"A 'Re-Regulamentação' do Mercado Televisivo face à Vocação Cultural da Televisão" Documento Síntese da Conferência Internacional sobre Televisão, Tânia de Morais Soares, ISCTE http://bocc.unisinos.br/pag/_texto.php?html2=soares-tania-re-regulamentacao-televisao.html

TORRES, Eduardo Cintra
A Tragédia Televisiva, Edições ICS, Lisboa, 2006

TRAQUINA, Nelson,
-, Big Show Media, Ed. Notícias, Lisboa, 1997.
-, “Western European broadcasting, deregulation, and public television : the Portuguese experience”, Columbia, SC : Association for Education in Journalism and Mass Communication, 1998.

VASCONCELOS, António-Pedro
Serviço Público, Interesses Privados, Oficina do Livro, Lisboa, 2002.

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14.9.07

Criado o GT de Estudos Televisivos da SOPCOM

Neste último Congresso da Sopcom, realizado na Universidade do Minho nos passados 6-8 de Setembro, constituiu-se o Grupo de Trabalho em Estudos Televisivos, tendo-se inscrito 21 investigadores com 17 comunicações ao congresso, distribuídos por 4 mesas na mesma sessão temática.

Entre as diferentes propostas de comunicação deste GT sobressaíram as temáticas dos conteúdos na era digital, a análise de conteúdo da programação e da informação dos canais generalistas e em particular a complexa e crítica questão da programação infantil nos generalistas.

Em resultado do debate surgido neste GT, ficou como primeiro compromisso dos membros trabalhar-se na construção de uma base de dados dos artigos científicos, livros e teses da área.

Mas espera-se que este GT não fique por aí. Em cima da mesa estão propostas como, por exemplo, a realização de um inquérito sobre a qualidade e diversidade da televisão generalista portuguesa e em particular do serviço público, desenvolver estudos específicos de relevante interesse público e académico, etc. Docentes e investigadores que queiram vir a integrar este grupo podem fazê-lo desde já frcadima@fcsh.unl.pt

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24.7.07

Contributo da Televisão para a Aprendizagem Informal de Ciência (act.)

"Contributo da Televisão para a Aprendizagem Informal de Ciência", Tese de Mestrado em Comunicação e Educação em Ciência (Univ. de Aveiro), de Manuela Sardo, com orientação do Prof. Fernando Ramos. Defesa dia 18, 14 horas, Sala dos Actos Académicos, Univ. de Aveiro.

O Jornal de Notícias abordou entretanto este trabalho:
"Televisões deviam fornecer mais informação científica às crianças" (JN, 23.7.07)

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16.7.07

Comunicações/sessões temáticas 5º SOPCOM

16.3.07

SOPCOM prepara grupo de trabalho em Estudos de Televisão

Subscrito já por dezena e meia de investigadores e professores das diferentes universidades portuguesas, a SOPCOM prepara um GT - Grupo de Trabalho na área dos Estudos de Televisão. O texto de apresentação da proposta:

"Dada a necessidade sentida por alguns membros de se activar, no quadro da SOPCOM, um grupo de trabalho na áreas dos Estudos de Televisão, aplicados mais em específico, ao contrário do que acontecia no passado, às áreas dos conteúdos – prioritariamente na dupla vertente programas/públicos – e no sentido de procurarmos, enquanto SOPCOM, ter uma voz activa no quadro da oferta televisiva em Portugal, vimos propor aos colegas da SOPCOM interessados em participar activamente nesta área que manifestem o seu interesse aos subscritores da proposta.

"Naturalmente que é objecto prioritário deste programa a oferta da televisão generalista em Portugal, a sua programação e informação; a análise da qualidade, da diversidade e do pluralismo do serviço público de televisão; outros estudos específicos; não esquecendo outras realidades complementares como o cabo, os canais temáticos e a televisão digital, focalizando essencialmente nas questões de conteúdo e, nestas, em particular na sua dupla vertente emissão/recepção.

"A todos os que se identificarem com a importância destas matérias e com a necessidade de intervenção da SOPCOM neste âmbito, solicitamos que nos dêem eco da disponibilidade em participarem, de modo a que, com as diferentes contribuições e um plano de actividades adequado, possamos gerar no seio deste GT um conjunto de estudos relevantes no plano académico e interuniversitário a nível nacional.

"Fica desde já prevista uma reunião geral de todos os inscritos se possível ainda neste semestre, a fim de elaborarmos consensualmente um caderno de intenções e um plano de actividades a desenvolver."

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