11.11.08

MGM no YouTube

MGM and YouTube announced a multiple channel commitment that kicks off with “Impact,” a channel dedicated to promoting MGM’s VOD high octane action programming (www.youtube.com/impact), and “American Gladiators” (www.youtube.com/americangladiators), a channel which showcases highlights and full episodes from the classic show that took America by storm during the 1980s and 1990s.

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18.3.08

Phorm(atados)

Pioneiro da web critica monitorização da Internet (Sol online, 18/3): "(...) O britânico Tim Berners-Lee, defendeu em entrevista à BBC que os cibernautas devem ser protegidos contra sistemas que monitorizem a sua actividade na Internet. A sua opinião surge numa altura em que diversas operadoras de Internet estão a equacionar introduzir a tecnologia Phorm, que permite criar anúncios personalizados, com base no comportamento dos utilizadores. (...) A Phorm, no entanto, "protege a privacidade pessoal e ao contrário de centenas de outros cookies no PC, surge com uma funcionalidade de ligar/desligar".

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17.3.08

YouTube Coming to TV

YouTube Coming to TV, With TiVo the Gateway (NYT, March 13): «Pick up the remote, turn on the television and watch YouTube. The blurring of the television and the computer, envisioned by technology enthusiasts for years, advanced another step on Wednesday when TiVo, the popular maker of digital video recorders, announced an agreement with YouTube that will deliver millions of Web videos directly to users’ TV screens. “TiVo’s strategy is to bridge the gap between Web video and television and make as much content available as possible for our subscribers,” said Tara Maitra, TiVo’s vice president and general manager for content services.»

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Hulu online

Online video site Hulu goes live - at last (Guardian online, March 12): «Top executives at the UK's biggest commercial broadcasters will be keeping a watchful eye on the US today as Hulu, the online video joint venture between News Corporation and NBC, finally goes live. (...) Peter Chernin, the chief executive of News Corp, has described Hulu as a "game changer" – a way for big media owners to keep control of their content online while driving new revenue growth. Hulu, which is completely ad-funded, will launch today with more than 250 full-length episodes of TV series and 100 feature films as well as hundreds more shorter video clips.»

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12.3.08

Mobuzz.tv, una tele hecha en Madrid que triunfa en 180 países

http://dosisdiaria.mobuzz.tv/: Esta web, cuyos programas se ven una media de 6 millones de veces al mes, estrena un programa de cotilleos y ficha al presentador Javier Capitán. Su sede está en Madrid. Tiene un equipo de 18 personas. Y tan sólo existe hace tres años. Pero este tiempo le ha bastado a Mobuzz.tv para convertirse en un referente televisivo en Internet que se ve en 180 países. Sus programas diarios en inglés, francés y español no pasan de cinco minutos y son vistos una media de 6 millones de veces al mes, además de contar con una comunidad de 50.000 suscriptores (El pais.com)

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Vpod.tv

http://vpod.tv/ trae a España su sistema de publicación de vídeos, convencida de que en dos años todas las marcas comerciales tendrán su propia canal en Internet (…). "Actualmente se ven 307 millones de vídeos diarios con una media de 136 millones de usuarios únicos.Y la tendencia indica que el vídeo va a seguir teniendo un crecimiento explosivo", opina Iván Communod, cofundador de VpodTV, quien cree que van a ser las empresas, los medios de comunicación y las instituciones públicas quienes van mantener esta demanda. "En 2010 todas las grandes marcas comerciales tendrán una WebTV, al igual que las medios ya sean impresos, digitales o radios", añade Communod (El pais.com).

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15.11.07

Alta definição na Net

Cresce interesse no stream de vídeos em alta-definição (Sol online, 15.11): "Uma empresa de publicação e distribuição de digital media referiu que mais de 20 milhões de utilizadores únicos recorreram à sua rede para ver conteúdo vídeo em alta-definição on-line. A Move Networks afirma ter actualmente 100 mil novos utilizadores diários no stream de vídeos, com um tempo médio de visionamento superior a 50 minutos por sessão. (... ) O director executivo da empresa, John Edwards, referiu que nos dias que correm «quem publica quer captar a atenção dos espectadores e as estatísticas demonstram que o vídeo de alta-definição vai reunir essa atenção».

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12.11.07

Google 'ataca' a TV

Google prepara-se para 'atacar' também a TV (DN, 12.11). Especula-se que o Google se prepara para "atacar" o mercado da televisão, com formatos originais para competir com na net com o brodcast...

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26.10.07

TV infiltrada

Exposição Centre Pompidou - Novos Media 1965-2003. Numa das instalações, Tony Oursler dá ao espectador o poder de controlar uma câmara de vigilância (com microfone e comando incorporados). Já no piso de cima, um dos artistas infiltra-se em tudo o que é programa de televisão para os seus actos performáticos. Outros criam objectos que questionam o papel da TV e retratam os espectadores mostrando a sua quase postura imóvel e ruptura na interacção. No piso superior, um homem assalta um banco para pagar a operação de mudança de sexo do seu/sua amante, dando origem a um filme protagonizado por Al Pacino. Museu do Chiado , Rua Serpa Pinto, 19 Outubro - 7 Janeiro 3ª a domingo: 10h-18h (dica via Jozhe)

Por exemplo:

Nam June Paik - Moon is the Oldest TV, 1965-1992
Stan Douglas - Hors-Champs, 1992
Valie Export - Facing a Family, 1971
Bill Viola - Reverse Television, 1983-1984
Nam June Paik - Global Groove, 1973
Dara Birnbaum - Kiss the Girls/ Make them Cry, 1979
Chris Marker - Détours Ceausescu, 1990
Mathieu Laurette - Apparitions (Sélection 1993-1995), 1995

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23.10.07

La vidéo à la demande en Europe

8.10.07

brightcove.tv

Brightcove empowers content owners—from independent producers to major broadcast networks—to reach their audiences directly through the Internet. At the same time, we help web publishers enrich their sites with syndicated video programming.

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7.10.07

Ustream.tv

Ustream is a platform that provides live interactive video for everyone. Anyone with a camera and an Internet connection can use Ustream to broadcast to a global audience.

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24.7.07

A “televisão-nómada”

O novo contexto de migração progressiva da televisão clássica, ou generalista, para o digital, originará um complexo mas também “amigável” sistema de comunicação, integrado por uma rede matricial de plataformas e terminais, onde o modo tradicional de ver e produzir televisão, que caracterizou de um modo geral a segunda metade do Século XX, tenderá progressiva, mas inexoravelmente, para um termo.

Falar de televisão hoje, é, portanto, falar de um certo número de siglas – DVB-T, iTV, HDTV, VOD, IPTV, WebTV, todas com significados bem precisos, mas que no conjunto e nas suas múltiplas ligações são, sobretudo, mais uma interrogação do que propriamente uma certeza lapidar. Por exemplo, haverá no curto/médio prazo, “canibalização” das redes de maiores débitos e de infraestrutura pesada, por redes mais ágeis e de crescente capacidade de débito? E os velhos operadores e distribuidores passarão rapidamente à história face ao crescimento, como cogumelos, de “bancos” de conteúdos e de informação gerados a partir de ideias que se universalizam numa questão de horas?

Os sinais de mudança estão já a ser dados por aquilo a que já se chama, algo metaforicamente. a migração do broadcasting para o “egocasting”, isto é, para a edição e “difusão” de fragmentos de histórias individuais, de reportagens de “jornalistas-cidadãos”, de fotografia móvel, de arquivo “web”, de vídeo doméstico – do mais ao menos narcísico -, de blogs e vlogs, pela procura de conteúdos diversíssimos facilitados pelas novas capacidades de câmaras integradas nos telemóveis, etc., onde, naturalmente, a chamada Web 2.0, bem como tecnologias como o WiMax, ou websites como o You Tube são cruciais para a sua distribuição

“Egoscasting” significa aqui, também, que o telespectador está a tornar-se um editor e difusor e na maior parte das vezes os conteúdos que disponibiliza ou as histórias que constrói, designadamente em sites como o You Tube ou o My Space, por exemplo, obedecem a uma estratégia narcísica, de afirmação dessas mesmas identidades individualizadas ou mesmo de uma espécie de hiper-personalização dos novos actores e dos seus desempenho.

Evidentemente que para que o novo sistema “nomádico” possa funcionar na sua plenitude, importa que a inclusão digital e a coesão social possam ser salvaguardadas, o que está já a acontecer, designadamente em termos europeus relativamente à televisão digital terrestre. Vejam-se as iniciativas da Comissão Europeia e os seus objectivos de promover normas abertas e a interoperabilidade para a televisão digital, de modo a permitir que possa haver troca de conteúdos facilitada à escala planetária, nomeadamente em termos de televisão digital.

O novo dispositivo digital emergente integra não só a lógica matricial, diagramática, de comunicação ponto-a-ponto ou ponto-multiponto, mas também uma nova experiência “áudio-táctil-visual”, imersiva, participativa, com um grau cada vez maior de intervenção no novo espaço público, o que reconfigura o próprio lugar do sujeito no quadro da vida pública e política, com um ganho de autonomia e emancipação acrescentados face ao velho modelo “representativo”, também ele em perda com a radicação de novas formas emergentes de comunidades virtuais, de media participativos, enfim, de uma democracia reconfigurada nas novas ligações e nos novos fluxos de poder.

Não há assim dúvida de que a televisão está ela própria em mutação, ou mesmo em transmutação para algo que a arrasta para uma vertigem à qual não conseguirá escapar. Se, no passado, se falava na migração de um modelo monopolista/duopolista para um sistema fragmentado e de multiplicidade da oferta, agora é a vez de se assistir à pulverização desse sistema numa miríade de écrãs, terminais, plataformas, o que for.

As imagens desta vertigem nomádica tendem agora a estar permanentemente em ‘trânsito’, em absoluta disponibilização, em terminais em que o “I/am”, mais do que o “eye/am”, está ele próprio inscrito no nome da plataforma a começar justamente pelo iPod e pelo iPhone…


Um dos autores que na Europa dos anos 80 ficou bem conhecido por ter escrito com Dominique Wolton um livro que marcou um período de evidente apogeu da história da televisão (refiro-me a La Folle du logis: la télévision dans les sociétés démocratiques, Gallimard, 1983), volta mais de vinte anos depois, em 2006, ao tema, para desconstruir o que antes havia defendido, sem que daí se possam tirar dúbias ilações. Em La Fin de la télévision (Seuil, 2006) Jean-Louis Missika revê o campo da televisão nestes termos: “Entramos num mundo de imagens omnipresentes e de media ausentes. Cada vez mais imagens e menos televisão. Vamos ter uma sociedade sem televisão. Não é a televisão enquanto tecnologia que desaparece, mas a televisão enquanto média: a televisão instrumento de focalização das sociedades modernas, a mesma que por exemplo a 20 de Julho de 1969 reuniu todo o planeta perante os primeiros passos de Armstrong na Lua, ou aquela que reúne diariamente milhões de telespectadores perante os jornais das 20 horas”.

Diz Jean-Louis Missika que o seu livro se consagra à exploração do princípio desta revolução: “Porquê e como desaparece a televisão? O que se passa nos écrãs quando o media dominante deixa de ser dominante ? A que é que se assemelhará a nossa sociedade sem esse vínculo social obrigatório, tornado quase um hábito e um vinco da consciência colectiva? Quais serão as consequências sociais e políticas do desaparecimento deste formidável instrumento de polarização das atenções, de sincronização dos debates, lugar de confronto das opiniões, que era a televisão? Que imagem fará a sociedade de si própria nesse mundo sem televisão?”

A sociedade sem televisão não deixa de ser, no entanto, uma premonição por cumprir. E, muito provavelmente, irá continuando incumprida desmentindo-nos a todos. Recorde-se Umberto Eco que em 1995 parecia querer dizer não ter dúvidas e raramente se enganar quando aventou que daí por dez anos a televisão generalista teria sucumbido perante a revolução tecnológica que se anunciava. Mas Eco não estava sozinho. Estava muito bem acompanhado, designadamente por Andrew Lippman, um dos responsáveis máximos do MIT, que em meados dos anos 90, dava, como destino final à ‘caixa’, aí pelo ano 2000, nada mais nada menos do que um simples vaso para colocar flores…

Não há dúvida que estes nossos gurus e “techno” deuses nos querem sobretudo transmitir a ideia de que a televisão já não é a máquina “federadora” do vínculo social, como o foi nos anos 70 e mesmo 80 do século passado. Está de facto a afastar-se desse eixo e essa será uma espiral sem retorno. Esse velho ‘espaço público’ criado pela radiodifusão à distância vive o seu transe final e está realmente em processo lento de desintegração. Em desespero de causa apela-se agora à “proximidade” da televisão, como se essa fosse uma última confissão e um pedido de clemência…

Dos destroços desse ‘espaço público’ emergirá um novo media, que porventura será o próprio “novo” homem, recentrado agora, já não no mundo-cosmos de Vitrúvio, mas antes em conexão com todas as extensões da “galáxia-Rede”. Todos seremos centros do mundo e com essa mutação todos os velhos centros do mundo, porventura, fenecem e crepitam. Deus os venha a ter na altura própria, em boa paz e descanso, por muito que o não tenham merecido.

in Anuário da Comunicação, 2005-2006 - [
Ver PDF] (Obercom)

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12.6.07

TV vs. Net

Televisão será superada em 5 anos pela Internet (Jornal de Notícias, 11.6.07)

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16.2.07

PT apresenta IPTV

A PT apresentou o seu projecto de IPTV (TV sobre IP) assumindo-se como operador triple play, com voz, internet e televisão via linha telefónica.

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14.2.07

SmarTV, ainda sem pub

TV digital da Sonae garante já estar a conquistar clientes à TV Cabo (Jornal de Negócios, 14.2.07): "Um ano e meio depois do anúncio da sua criação e após dois adiamentos, a Sonaecom começou a comercializar o Clix SmarTV, serviço que integra TV, Internet e telefone num único fio. Apesar de não fazer publicidade ao produto, a empresa liderada por Paulo Azevedo garante já estar a conquistar clientes à TV Cabo." Sonaecom quer ser "concorrente sério" no mercado de TV paga em Portugal (DE/Lusa, 14.2.07): "A Sonaecom quer ser um 'concorrente sério' dentro do mercado português de televisão paga, afirmou hoje a administradora do Clix Inês Valadas, admitindo a ambição de ultrapassar os 10 por cento de quota deste mercado. Em entrevista à agência Lusa, Inês Valadas afirmou que o Clix quer 'estar de uma forma séria na televisão paga e estamos aqui como fortes concorrentes para conquistar uma posição interessante no mercado português".

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13.2.07

Local and public digital television services (Ofcom)

Ofcom has today published research into the technical options for terrestrial digital local television services. The report builds upon Ofcom's earlier work on Digital Local- Options for the future of local video content and interactive services and makes a detailed assessment of the alternative technical approaches to providing local digital television services on the terrestrial platform. Technical options for terrestrial digital local television services
Separately, Ofcom is also making available predictions of the coverage expected to be achieved by the public service broadcasting and commercial multiplexes post switchover. In December 2006, Ofcom made a statement on the coverage that must be achieved by these digital television services post switchover. In this statement Ofcom confirmed that it would include conditions in the licences of the Public Service Broadcasters to ensure that their terrestrial digital services substantially match the coverage achieved by analogue television services. In the same statement, Ofcom also confirmed that the post-switchover coverage of the three commercial multiplexes should at least match that which they currently achieve. Predicted coverage of public service broadcasting and commercial digital television multiplexes following switchover.

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Television goes mobile!

Watch it anywhere! Television goes mobile!: "Mobile TV is the topic of this European Commission High-level Conference at CeBIT 2007. Together with Viviane Reding, Commissioner for Information Society and Media, key industry stakeholders and regulators will outline possible options for the development of mobile TV in Europe, addressing issues such as spectrum availability, interoperable technologies and a favourable regulatory environment. More information on the European commission activities at CeBIT 2007 can be found on the website."

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9.2.07

Os elevados riscos da TV via Net, ou a segunda vida da infraestrutura de Cabo

Google alerta sobre riscos de televisão na Internet (estadão.com.br, 8.2.07): Segundo Vincent Dureau, vice-presidente de tecnologia de TV do Google, os novos serviços de TV via internet, como o Joost eo YouTube, podem sobrecarregar a rede mundial de computadores ao ponto de fazer perigar a rede, isto porque a infra-estrutura da web não foi projetada para TV. Daí o Google estar já a realizar investimentos pesados para manter os dados a circular na web: "A infra-estrutura da web e até mesmo a (infra-estrutura) do Google não podem ser ampliadas com facilidade, e não vão oferecer a qualidade de serviços que os clientes desejam", disse durante o Cable Europe Congress. O Google ofereceu-se como parceiro às operadoras de TV Cabo, a fim de combinar sua tecnologia de busca de programas de TV e filmes e seus serviços de publicidade dirigida à capacidade das redes de cabo para distribuir programas de alta qualidade... Veja-se que o volume de dados envolvidos numa transmissão de vídeo de uma hora pode equivaler a um ano de e-mails.. Duco Sickinghe, presidente-executivo da operadora belga de cabos Telenet, disse que era "a melhor notícia do dia" saber que o Google não seria capaz de ampliar sua infra-estrutura o bastante para distribuir vídeos...

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1.2.07

Ofcom prepara o 'switchover'

Ofcom published a draft Code of Practice in preparation for the transitional work necessary for digital switchover. The draft Code sets out what steps broadcasters should take to ensure maximum protection to existing viewers of analogue and digital terrestrial television services whilst enabling them to implement digital switchover in a timely and cost-effective manner.

News Release:
http://www.ofcom.org.uk/media/news/2007/01/nr_20070130

Discussion Document:
http://www.ofcom.org.uk/consult/condocs/transition/

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