3.1.08

"Para não entrar, ainda mais, pelo cano"

Gabriel Priolli, Contra o tédio, no Observatório de Imprensa. "Porque o público, em tempos de mídias interativas, não fica mais sentado no poltronão, amuando-se de tédio. Corre ao YouTube, ao Joost, e encontra a variedade que deseja. E tirá-lo da frente do computador, de volta ao televisor, não é tarefa das mais fáceis. A televisão, então, que reflita urgentemente sobre o que oferece em seu próprio tubo. Para não entrar, ainda mais, pelo cano."

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4.6.07

A TELEVISÃO É A IMAGEM DA BESTA?

Vídeo-documentário, produzido no ano de 2002 e re-editado em 2003, que fala sobre a frase do outdoor "A Televisão é a Imagem da Besta". No documentário foram ouvidos pessoas ligadas a televisão - Marcelos Tas, Soninha e Astrid, pessoas ligadas a publicidade, pessoas ligadas a religião e populares em geral. Realizado por Bruna Marchese, Enio Fernandes e Leandro Freire dentro da disciplina "Realização de Documentários" do curso de Comunicação em Multimeios da PUC-SP, com orientação da professora Sara Yakhni.

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28.5.07

Correia da Fonseca, crítico de televisão

Com um prazer especial cito aqui um muito estimado amigo das escritas televisivas. Correia da Fonseca (As palavras de Jacqueline, Notícias da Amadora online, 25.5.07): "(...) não é por escassez de amor pátrio que os anunciados TGV's do meu País não me tornam orgulhoso. Por elas fiquei a suspeitar de que noutros lugares da Europa há quem pense que a TV não fala do que é mais importante e exalta o que é secundário."

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19.3.07

O 'serviço público' da Crítica Televisiva (act.)

Nestes 50 anos de Televisão em Portugal - e já que as comemorações não parecem muito interessadas em querer lembrá-los - há que ter presente o importante papel desempenhado diariamente, ou à semana, pela crítica televisiva ao longo das últimas décadas. Vou enunciar alguns nomes de que me recordo, correndo o risco de esquecer outros tantos (mas que recuperarei se me chegar a informação): à cabeça, aquele que foi o 'decano' da crítica de TV portuguesa, Mário Castrim (Diário de Lisboa), Correia da Fonseca (O Diário), Eugénio de Ataíde (O Jornal), António Rodrigues (O País), Manuel Batoréo (24ª Hora - RDP/RC e A Capital), Orlando Neves (Diário de Notícias), Mário Dias Ramos (Tempo), Rui Cádima, perdoem a imodéstia, (Portugal Hoje), Timóteo Alves (Primeiro de Janeiro), Penha Coutinho (O Dia), José Vaz Pereira (JL), Jorge Leitão Ramos (Expresso), Eduardo Cintra Torres (Público), Miguel Gaspar (DN), Fernando Sobral (Correio da Manhã)...

Entretanto o Eduardo Cintra Torres acrescenta à lista mais alguns nomes: Francisco Sarsfield Cabral, que fez crítica de TV nos anos 50 no Diário Popular, em princípio de carreira. Ainda os trabalhos de crítica de TV da Filomena Mónica e do Alfredo Barroso (Independente). A dupla Miguel Gaspar e Eduardo Cintra Torres na Rádio Renascença durante quase três anos e também o programa de TV de crítica de TV - Tele-Dependentes, na RTP1. João Lopes, no DN. João Gobern, na TV Guia. O ex-Expresso Pedro d'Anunciação. E ainda José Fialho Gouveia (Sol), Nuno Azinheira (DN), Paulo Nogueira (Expresso). E last but not least, no Inimigo Público, há o «Marcos Pombal».

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27.2.07

Lembrar Mário Castrim nos 50 anos da RTP

Nos 50 anos da RTP, mesmo em contexto de branqueamento, era bonito ver a RTP homenagear postumamente o português que mais tempo da sua vida dedicou à televisão pública e que porventura mais 'amava' a televisão. Chamava-se Mário Castrim, escreveu sobretudo no Diário de Lisboa, e foi o maior nome da crítica televisiva em Portugal. Se há alguém que merece uma estátua à entrada da Gomes da Costa, é ele, Mário Castrim. E merecia mais, a começar por uma edição antológica dos seus textos no DL.

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