o-caso-do-carro-que-ardeu-no-Calhariz-de-Benfica
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da liberdade de se ver e de se não ver a ausência das coisas que a televisão dá a contemplar
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"O verdadeiro monstro" (Leonel Moura, negocios.pt, 16/5): «No dia do terramoto na China, quando a notícia já circulava o planeta, os nossos telejornais, todos sem excepção, abriram com futebol. A que se seguiram outras coisas muito importantes, apitos, carolinas e tretas. Só lá mais para a frente se concedeu então algum espaço a um terramoto classificado com 7,8 na escala de Richter, ou seja, de grande intensidade, causador de vasta destruição numa área onde vivem mais de 90 milhões de pessoas.
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J. Pacheco Pereira (Público, Sábado, 17 de Maio de 2008) dá hoje ao seu artigo o talvez mais longo título da história da imprensa portuguesa: «
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Miquel Rodrigo Alsina et altri (Verso & Reverso): Las teorías sobre los efectos sociales de la violencia en televisión. Estado de la cuestión
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(iht.com, 11/5): "More than 120 participants from a variety of French reality shows have signed up as clients of Jérémie Assous, a young Parisian attorney who specializes in this emerging legal territory for labor rights. In February, he scored an initial victory when a
Exemplo de destreza ecológica (F. Sobral, Correio TV, 9/5): «A ecologia não tem de ser um assunto demasiado sério. ‘Desafio Verde’, na sua irreverência, é o exemplo de como uma espécie de concurso é o verdadeiro serviço público de televisão.
«(…) No seu aspecto inovador e inteligente, ‘Desafio Verde’ não deveria ter sido colocado na RTP 2. É um programa de entretenimento ecológico, chamemos-lhe assim, que é um exemplo do verdadeiro serviço público que a RTP deveria implementar. Ou seja, é um espaço que, por direito, tinha o dever de estar no chamado ‘horário nobre’ da RTP 1.»
Assino por baixo.
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Como vê a evolução da comunicação social?
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«(...) uma visão crítica da evolução do audiovisual europeu ao longo dos últimos vinte anos (sensivelmente no período de Etiquetas: Humor, Serviço Público
Sampaio pede maior clareza na relação entre grupos económicos e os media
(Jornal de Negócios online, 8/5)
"Media devem contribuir para cidadania inclusiva" (DN, 9/5)
Economia interfere nas políticas editoriais (JN, 9/5)
Sampaio lembra erro com Santana Lopes (CM, 9/5)
Ex-Presidente Jorge Sampaio fala sobre TV e Media na FCSH
Ramalho Eanes na FCSH: pela 'descolonização' da sociedade civil (act.)
No IrrealTV:
«P: Qual é afinal o seu estilo? MMG: Eu sou uma profissional. Não abdico dos princípios da informação. É um bocado pretensioso dizer isto, mas não faço fretes, nunca fiz, daí que o telefone não toque para mim. Não abdico do sentido crítico. Um jornalista sem sentido crítico não é nada, é uma alforreca» [a não perder, entrevista de Manuela Moura Guedes a Joana Amaral Cardoso, Público, 9/5). E ainda: Um estilo que volta à cena para medir o "pulso ao país" (JN, 9/5). MMG volta ao Jornal Nacional da TVI logo à noite.Etiquetas: Controlo dos Media, Jornalismo TV
«Ora bem: um jornalismo sossegado, preguiçoso, ignorante e até patético tem promovido uma série de medíocres, nos mais amplos sectores da sociedade portuguesa. A crítica dos valores suicidou-se com funambulismos verbais. Na política, apenas têm permissão de audiência duas componentes do girassol ideológico português – se há, de facto, “ideologia” no PS e no PSD. O paradigma daquele programa, “Quadratura do Círculo”, no qual as três vozes soam a uníssono, constitui um pluralismo inventado numa “realidade” de metáfora.» [Baptista Bastos, "As mitologias de segunda ordem", Jornal de Negócios, 9 Novembro 2007.Etiquetas: Controlo dos Media, Jornalismo TV
Ana Sá Lopes (DN, 3/5/08): «Em 1987, eu tinha 21 anos e estudava comunicação social na Universidade Nova, o que me enfadava de morte.» (…)
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Diz que é uma espécie de "afunilamento do espectro de assuntos"
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The Price of Plurality - Choice, Diversity and Broadcasting Institutions in the Digital Age (Edited by Tim Gardam and David A. L. Levy), Reuters Institute for the Study of Journalism, Oxford, 2008.
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FCSH, Lisboa, Av. de Berna, 26-C, Auditório 1 (Edifício B – Torre)
Organização: Departamento de Ciências da Comunicação (FCSH-UNL)
De acordo com o perfil disponível no próprio site da Presidência da República, Jorge Sampaio ganha protagonismo na história recente portuguesa ainda na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde desenvolveu relevante actividade académica e uma persistente acção política de oposição à Ditadura no início dos anos 60.
Nesse contexto, o desafio a que nos propusemos era, no fundo, procurar enquadrar o debate que foi sendo feito na altura com uma nova proposta, ou seja, ouvir os mais altos magistrados da Nação das últimas três décadas, sobre a sua percepção da relação entre a televisão e a sociedade portuguesa na emergência da nossa jovem democracia.
Sendo certo que, dada a sua particular especificidade, a televisão tem ainda hoje uma enorme influência na sociedade portuguesa, devido, entre outros factores, à débil expressão de leitura de imprensa, à quase inexistente educação para os média, e aos índices ainda elevados de analfabetismo e iliteracia, este era, sem dúvida, para nós, um debate adequado à importância e sobretudo à grande influência da televisão junto dos portugueses.
Daí esta proposta de ouvir a opinião dos ex-Presidentes da República sobre diferentes aspectos dessa interacção entre o fenómeno televisivo e a sociedade portuguesa, com base na sua própria experiência e na sua observação privilegiada.
Após a conferência do ex-Presidente da República Ramalho Eanes é então a vez de ouvir Jorge Sampaio e conhecer a sua visão dos media e da televisão na sua relação com a sociedade portuguesa, a partir da sua experiência muito particular, enquanto Presidente da República, ao longo do período 1996-2006.
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Conferência integrada no Ciclo "Os Presidentes e a Televisão" - reflexão dos ex-Presidentes da República portuguesa sobre a Televisão, nas suas múltiplas dimensões – histórica, política, social, institucional, também sob o ponto de vista do pluralismo, da ética de antena, do contributo da televisão pública e privada para a cidadania e para os desafios que se colocam ao país.
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Liberdade de expressão cai em Portugal (DN, 1/5):
«O presidente do Sindicato dos Jornalistas considerou "claramente insuficiente" a análise do relatório. Segundo a Lusa, Alfredo Maia diz que "seria importante que relatórios como este mencionassem mais as condições de produção dos media, porque são elas que determinam o grau de liberdade de imprensa, não apenas no que diz respeito aos jornalistas, mas também às notícias que são publicadas".» Press Freedom in 2007: A Year of Global Decline - Overview Essay
Estatuto, ética e deontologia:
As três propostas de revisão do Estatuto do Jornalista seguem para a Comissão (SJ online)
Proposta do PS altera a quebra do sigilo (DN, 28.2.07)
SJ critica posição do PS na revisão do Estatuto do Jornalista (28.2.07)
Jornalismo e jornalistas em Portugal: que direitos, que independência, que credibilidade?
O Jornalismo em Portugal face aos futuros Estatuto e Lei da Concentração: que independência, que autonomia, que direitos?
Sindicato considera proposta "um retrocesso grave" (JN, 21.9.06)
Arons de Carvalho ataca Sindicato (CM, 21.9.06)
Sindicato: novo Estatuto dos Jornalistas é uma ameaça à liberdade e à diversidade informativa.
Novo estatuto dos jornalistas divide partidos da oposição mas nenhum apoia
Parlamento inicia hoje audições sobre Estatuto do Jornalista
Estatuto do Jornalista: petição contra alterações já tem mais de 1500 assinaturas
O Estatuto, o jornalista e a caricatura dele
Vai assessor, vem jornalista
Assessores de comunicação vs. Jornalistas
Se eles já o fazem nos media, por que não fazê-lo antes nos corredores do poder?
..."Mas esta absoluta promiscuidade chegou a receber o apoio da classe"...
Ainda as incompatibilidades do jornalismo
Mistérios à volta do novo Estatuto dos Jornalistas
Aprovado novo Estatuto dos Jornalistas
Jornalistas vs. propagandistas: período de nojo ou cortar o mal ...
Como retratar no Estatuto dos Jornalistas a incompatibilidade ...
Estatuto dos Jornalistas: a cláusula da vergonha
'SJ lança repto a Carrilho em defesa do jornalismo responsável'
«Carrilho pôs em causa 'dignidade dos jornalistas'»
A "peste branca" da TV portuguesa terá tratamento adequado da ERC?
À pergunta de ontem, nem meia resposta...
Só uma pergunta para logo à noite (Prós e Contras)
Jornalismo “tablóide” e/ou sensacionalista nas Televisões
Se os jornalistas esquecerem o monstro das audiências...
Jornalistas portugueses com más experiências no pós-25 de Abril
Direitos de autor dos jornalistas pouco protegidos
Jornalistas e Código Penal, ainda o dissenso
Os jornalistas eo 'crime' da descoberta da verdade
Sobre o novo critério editorial vigente: 'isto vende ou isto não ...
Emídio Rangel eo jornalismo sujo Patrões, "capatazes" e jornalistas
'Fretismo' ou a doença infantil do jornalismo
O desassombro de Mestrinho, ou o ‘delito de opinião’ na TVI
O que restará ainda de jornalismo no jornalismo?
"Onde estavam eles quando suspenderam os 'Afectos' de João Carreira Bom...
O Acordo discriminador (para memória futura)
Jorge Sampaio, crítico dos media
O que escreveria Roland Barthes, hoje, nas novas barricadas de Paris?
Jornalismo (e autarquias) do Fim do Mundo
Entrevista a Barata-Feyo: "Jornalismo: da moda ao negócio"
Schmock, ou o triunfo do jornalismo
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Pluralismo: Convirá entender esta questão sob dois pontos de vista que são fulcrais: sob o ponto de vista do pluralismo da informação e da independência da RTP; e sob o ponto de vista da oferta diversificada de conteúdos de qualidade que promovam prioritariamente a identidade cultural portuguesa. Em ambos os pontos os resultados são claramente insatisfatórios, pelo que a RTP não justifica (e não o justifica historicamente – o problema não é só de agora), do meu ponto de vista, o elevado financiamento público global, entre taxas e dotações directas, de cerca de 300 milhões de euros/ano. Para um resultado final como o que está patente, como português e como pai, preferiria sempre que esse dinheiro fosse aplicado na Escola pública e na melhoria das condições globais de ensino para os nossos filhos.
Independência: No plano da independência e do pluralismo, mais do que submeter a sua lógica informativa ao plano institucional habitual, onde predomina uma classe política com fragilidades preocupantes, a RTP terá que ir naturalmente ao encontro das vozes seniores do País, deve ter regularmente nos seus espaços informativos as vozes dos notáveis deste país, académicos, professores, intelectuais, políticos de elevado mérito público fora do activo, etc. E deve auscultar de forma desassombrada, verdadeiramente "o que está a acontecer" e não os mimetismos de outras agendas e o jornalismo “institucional” e burocratizado, ou seja, deve ir ao encontro da experiência social, da virtude e da sociedade civil, dos desígnios da cidadania, contribuindo assim para cumprir o seu "objecto" constitucional, que é, no fundo, o de formar uma opinião pública forte, "descolonizada" (com defendia recentemente Ramalho Eanes) e emancipada.
Qualidade: Os desafios das privadas colocavam a RTP, por lei, na posição alternativa de oferecer aos portugueses aquilo que os privados não podem oferecer. Se isso pode ser evidente, em termos de serviço público, na RTP2, na RTP1 só muito pontualmente aparecem produções que respeitam essa incumbência legal. A questão não é tanto a de perder qualidade, é talvez antes de não a ter ganho tal como a Lei de Televisão e o Contrato de Concessão a obriga.
TDT: A digitalização de uma rede de comunicações é sempre um ganho, desde que seja auto-sustentável ou que eventualmente tenha um contributo público justificado em termos de prestação de um "serviço universal", como poderá ser, no limite, o caso. Mas trata-se de um projecto que só deveria ser lançado caso fosse mesmo necessário, isto é, se houvesse estudos técnicos e económicos comparados entre plataformas IP e digitais terrestres, de forma a perceber-se se a IPTV não é hoje já uma alternativa viável à TDT. O que eu sei é que Bill Gates já disse que sim. E disse-o ao próprio regulador norte-americano. Mas tal como cá, parece que disso (como de muitas outras coisas) os políticos não querem saber.
5º Canal: Aqui coincido com os actuais operadores privados, que temem a entrada no nosso diminuto mercado de um novo canal privado. Creio que as suas implicações negativas se vão registar no plano da qualidade da oferta televisiva em geral, que já é crítica hoje em dia, mas também nas condições económicas e financeiras de outros sectores como a Rádio e a Imprensa, agravando-se uma situação que é extremamente difícil desde o ano 2000, dado que o mercado publicitário está praticamente estagnado em Portugal desde essa altura. Seria preferível que, a aparecerem novos canais, que então fossem canais com dimensão regional, afectos a mercados publicitários de grande potencial não directamente concorrenciais com os disputados pelos actuais operadores.
RTP sem Pub: No novo contexto de rápido crescimento dos ambientes digitais, o serviço público de televisão e rádio, ao contrário do que se diz por aí, terá tendência a desaparecer e não a reforçar investimentos em múltiplas plataformas. Tal como está, a sua esperança de vida é de mais 10-20 anos. Eventualmente poderão permanecer, posteriormente a isso, formas de financiamento público no sector com objectivos internacionais e de promoção global da identidade cultural portuguesa e do nosso património ancestral, também com objectivos de marketing turístico, por exemplo (uma RTPi convertida em WebTV fará eventualmente sentido). O que significa que em Portugal, o serviço público de televisão deve ser reorientado, nos próximos 10-20 anos, estrategicamente nesse sentido e não no sentido da eterna "guerra de audiências" e múltiplos mimetismos com os privados. Foi chão que deu uvas, já não devíamos estar aí. Nesse processo progressivo de reconversão do sector público, faz sentido uma reconversão das próprias estratégias de captação de publicidade que deveriam ir desaparecendo do meio clássico televisão para começarem a emergir em ambiente Web.
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[Na Rádio, como na TV...] “Os portugueses nem deviam pagar taxa” (CM, 28 Abril 2008): «José Nuno Martins, provedor do ouvinte da RDP, entrega hoje na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) um relatório polémico de 536 páginas em que questiona o serviço público de rádio. Ao mesmo tempo, anuncia que cessa funções amanhã – dia em que completa 60 anos – não assegurando assim o cargo que assumiu em Maio de 2006 até ser escolhido sucessor.
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La televisión afgana desafía a los talibán y mantiene la emisión de culebrones índios (El Mundo, 27/4): “La mayor televisión privada de Kabul ha desafiado la orden tajante del Gobierno que le instaba a sacar fuera de antena la emisión de culebrones indios, insistiendo en que se trataba de un claro deseo de las autoridades religiosas conservadoras del país que intentan 're-talibanizar' Afganistán, según ha informado el periódico 'The Times'.
“Los dramas producidos en Bombay cuentan cada vez con más y más seguidores. Historias de familia con argumentos sencillos, una actuación algo acartonada y una producción pobre, pero que han captado al público afgano.
“Los culebrones han provocado un intenso debate. La batalla dialéctica entre liberales y conservadores, ha concluido con la orden del presidente Hamid Karzai de sacarlos de la parrilla y estableciendo como fecha tope el pasado 22 de Abril (…)”.
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La compleja influencia del cuarto poder (El Mundo, 27/4): “Los moderadores desempeñan un papel decisivo en los debates televisivos; Tras el último debate, la web de la ABC recibió más de 20.000 quejas. Con casi 11 millones de telespectadores, el último cara a cara entre Hillary Clinton y Barack Obama en Filadelfia ha sido el más visto de los celebrados hasta ahora. Sin embargo, curiosamente, tras el debate, si una cosa quedó clara es que los principales protagonistas no fueron los dos políticos demócratas, sino los periodistas que les entrevistaron: Charlie Gibson, y George Stephanopoulos.”
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São 23h57 (!) e estou a ver na RTP1 Mário Soares a explicar a Clara Ferreira Alves como foi a sua passagem pelo Aljube - os curros, as humilhações em celas com presos de delito comum, os seus três anos nas prisões de Salazar, o seu regresso a Portugal no 25 de Abril... Uma grande lição de história. Mas... o Serviço Público de Televisão olha para esta lição de história e decide primeiro por Tony Carreira... E depois, ainda por Tony Carreira. Depois ainda por essa praga chamada Quem quer ser milionário. Finalmente, O Caminho Faz-se Caminhando, com Mário Soares (é a isto que se chama usar os dinheiros públicos, brincar com todos nós e fazer 'anti-serviço público'):
21:00 EM REPORTAGEM "TUDO POR TONY", (Reportagem sobre Tony Carreira)
21:25 ENCONTRO DE SONHO - TONY CARREIRA
22:00 QUEM QUER SER MILIONÁRIO
23:00 O CAMINHO FAZ-SE CAMINHANDO (Soares , o Aljube, o 25 de Abril...)
O resultado de uma programação destas é evidente: no horário seleccionado para Tony Carreira, a audiência andará pelo milhão e pouco de telespectadores, enquanto que no horário atribuído a Mário Soares andaremos à volta de cerca de 10 por cento disso. Provavelmente, os responsáveis pelos serviço público rejubilam por Tony Carreira ter dado um dos programas mais vistos do dia... Mas não é isso que se pretende de uma televisão pública. A importância e a dignidade histórica de O Caminho Faz-se Caminhando, numa TV de serviço público, só podia ter um horário - aquele que foi atribuído a Tony Carreira. Assim continua a não ser possível cumprir a missão de serviço público na RTP1.
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Ler a entrevista de Jeff Jarvis a Pedro Ribeiro e João Pedro Pereira, no Público de 21.4.08: "No jornalismo, as boas ideias são do público". Começa assim:
P: Acha que os jorna